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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Devocional: Mostrando compaixão

Na verdadeira comunhão, amizade ou relacionamento em que existe mútuo suporte, as pessoas experimentam compaixão. Comunhão é o espaço para a graça, onde erros não são constantemente lembrados, mas apagados e esquecidos. Comunhão acontece quando compaixão vai adiante da justiça.

Todos precisam de compaixão. Todos nós tropeçamos e caímos, necessitando de auxílio para retomar a jornada. Por isso, devemos estar dispostos a oferecer e receber compaixão uns aos outros.

Não é possível ter comunhão no ambiente de trabalho, numa organização comunitária ou na família sem perdão porque a amargura e o ressentimento sempre destroem a comunhão. Às vezes ferimo-nos uns aos outros intencionalmente; outras vezes sem intenção. Mas em ambos os casos é necessária muita compaixão e graça para gerar e manter comunhão.

A Bíblia apresenta esta sábia admoestação: “Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros” (Colossenses 3.13). A compaixão que Deus demonstra para conosco deveria servir como inspiração para demonstrarmos a mesma coisa para com outros, não importa sob que circunstâncias. Quando somos feridos por outra pessoa temos uma escolha a fazer:

Usar nossas energias e emoções para retaliar ou para solucionar a questão. Não é possível fazer ambas as coisas. Muitos hesitam em mostrar compaixão por não entender a diferença entre confiar e perdoar. Perdoar significa desligar-se do passado. Confiar tem a ver com comportamento futuro. Perdão deve ser imediato, quer a pessoa o tenha pedido ou não. Confiança precisa ser ganha e reedificada ao longo do tempo.
Confiança requer histórico. Se alguém nos fere Deus nos ordena perdoar instantaneamente para nosso próprio benefício e o da outra parte. Falta de perdão pode se transformar em câncer emocional, fonte letal de permanente amargura. Entretanto, não se espera que confiemos imediatamente na pessoa que nos feriu, nem que continuemos permitindo que ela nos ofenda. Elas precisam provar, ao longo do tempo, que mudaram antes de reconquistar nossa confiança.
Mas enquanto damos tempo para que ocorram mudanças positivas em suas vidas, o primeiro passo deve ser perdoar essas pessoas, independentemente da ação terapêutica que elas escolherem adotar. Considere esta visão tirada das Escrituras: “…Vocês devem perdoá-lo e animá-lo para que ele não fique tão triste, que acabe caindo no desespero” (II Coríntios 2:7).

Por Rick Warren

Fonte: Maná de Segunda

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Devocional: Seja conduzido

“O Senhor é meu pastor de nada terei falta. Ele me conduz a águas tranqüilas e a pastos verdejantes..." Salmo 23.1,2 (NVI)

Nesses dias pensava em como somos pessoas de fé. Cheguei a esta conclusão ao embarcar em um ônibus e perceber que tinha certeza que chegaria a meu destino.

O interessante nisso tudo é que não conhecia o motorista, não sabia seu nome e hoje nem me recordo de sua fisionomia, mas apesar de tudo isso ele me conduziu a meu destino.

Por que na vida espiritual não agimos da mesma maneira? Por que não temos fé de que o Senhor sempre nos fará o melhor e nos conduzirá a águas tranquilas e pastos verdejantes? A resposta é: Porque não confiamos tanto no Senhor como pensamos e dizemos.

Hoje Deus pede para que você tenha fé nEle e Lhe entregue o comando de sua vida para que Ele possa conduzir você. Não tome suas próprias decisões. Seja guiado por Deus. Entregue a Ele as suas ansiedades e preocupações para que Ele cuide de você (1Pe 5.7). Comece hoje a ser conduzido por Jesus, entregando, primeiramente, as coisas pequenas e mais fáceis até que você passe a ter a mesma fé nEle que tem no condutor do seu meio de transporte.

Pr. Josué Praça

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Sigam-me no Twitter @PrJosuePraca

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

PREPARADOS PARA A CONQUISTA

Introdução:

Preparado é dispor com antecedência, de tudo o que for necessário para uma conquista, isto inclui todo o apoio logístico bem como instruções e habilidades. Todo preparo tem um objetivo, porem, nem sempre os objetivos são antecedidos por um preparo.

Neste Estudo estaremos extraindo lições de um verdadeiro preparo espiritual através da experiência de um grande líder chamado Josué. Js 1.10,11. “Então, deu ordem Josué aos príncipes do povo, dizendo: Passai pelo meio do arraial e ordenai ao povo, dizendo: Provede-vos de comida, porque, dentro de três dias, passareis este Jordão, para que entreis na terra que vos dá o Senhor, vosso Deus, para a possuirdes”. Podemos notar que o alimento foi mencionado de maneira a indispensável para o preparo do povo. Sabemos que o texto faz referencia a um episódio ocorrido literalmente portanto se trata de alimento materialmente falando, porem, toda Palavra Divina tem como objetivo nos despertar para a vida espiritual.

Vejamos pois a ordem dos eventos
Moisés, tirou o povo da escravidão do Egito Êx 3.16,17 “Vai, ajunta os anciãos de Israel e dize-lhe: O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me apareceu, dizendo: Em verdade vos tenho visitado e visto o que vos tem sido feito no Egito. Portanto, disse eu: Far-vos-ei subir da aflição do Egito,para a terra do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, doheveu e do jebuseu, para uma terra que mana leite e mel”.

Jesus também foi enviado para nos livrar da escravidão do pecado Hb9. 26, 28. “Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porem, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. Assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam paras a salvação”.

Então já saímos da escravidão do Egito ( mundo) Rm 6.17. “Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;”.

Vemos, pois agora que assim como Moisés apenas tirou o povo do Egito, mas não pode acompanhar o povo a te a terá prometida, mas deixou um substituto legal no caso Josué, o qual preparou o povo para a conquista da terá prometida. Assim também Jesus nos livrou do cativeiro do pecado nos tirou do mundo das trevas para sua gloriosa luz, contudo, não nos introduziu ainda na terra prometida, porem, não nos tem deixado só, Ele prometeu o Espírito Santo que como um substituto legal conduz a igreja à terá prometida.

Estamos em um estado intermediário; “amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”. 1 Jo 3.2.

Isto significa que estamos no mundo, enquanto que Jesus morreu ressuscitou e foi recebido no céu, podemos ver que em sua oração sacerdotal ele já ora como se estivesse no céu. “Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou pra junto de ti. Pai santo, guarda-os no teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós”.Jo 17.11. Ele foi mas como já vimos ele nos deixou o espírito Santo, “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós” Jo 14.16,17.

Deus nos mandou um encorajador, que nos da força, que nos prepara em santificação do Espírito Santo, “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do espírito e fé na verdade” 2 ts 2.13.
Retornando a oração sacerdotal que Jesus fez pelo seu povo pode ver: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” Jo17.15-17.

Agora podemos voltar a narrativa em Josué, “Passai pelo meio do arraial e ordenai ao povo, dizendo: Provede-vos de comida, porque, dentro de três dias, passareis este Jordão, para que entreis na terra que vos dá o Senhor, vosso Deus, para a possuirdes”Js 1.11. Ai fala do Rio Jordão, e sabemos que se trata de um Rio famoso por várias razões destacaremos apenas duas delas; O Rio Jordão é o único rio no mundo que é formado por quatro nascentes, o que isso nos mostra? Pelo estudo da numerologia sabemos que o n 4 representa o n do mundo podemos ver nas referencias bíblicas os quatros ventos Ez 37.9; Dn 7.2 e 8.8; podemos ver também os quatros cantos da Terra Is 11.12; AP 7.1; 20.8 e também os quatro Reinos Mundiais Dn 7.17. Então podemos considerar que o Rio Jordão pode representar o Mundo.

Bispo Arnaldo de Oliveira

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

LÍDER EXEMPLO OU EXEMPLO DE LÍDER?

O líder nem sempre é exemplo moral, mas pode reconhecer que não seja exemplo

Por: Paulo Angelim

Engolir paradigmas do "management" sem discerni-los faz tanto mal quanto comer sem mastigar. Um dos pratos que tem provocado bastante indigestão nos comedores compulsivos do gurulês (língua falada pelos "gurus") é o que prega que a boa liderança é a que é exercida pelo exemplo. Calma aí, alto lá!!! E quem disse que, necessariamente, o líder é o melhor exemplo? A verdade é que nem sempre é. Sendo assim, seria falso dizer que existe liderança pelo exemplo? Lógico que não. Vamos tomar um chá digestivo e entender melhor esta história.

Quando focamos na questão da liderança pelo exemplo, temos que observar que tipo de exemplo é esse que estamos falando. Na minha opinião, o líder “tem que ser” um exemplo na materialização dos valores que prega, mas “pode ser” um exemplo nas questões técnicas e funcionais, ou ainda nas de comportamento. Se você tem alguma dúvida disso, observe o Bernardinho, técnico da seleção brasileira masculina de vôlei. Ele é um profundo conhecedor de vôlei, e hábil nas competências como técnico; e não poderia ser diferente. Não obstante isso, ele é extremamente temperamental (colérico, às vezes). E quando jogador, anos atrás, na maior parte do tempo amargou o banco de reservas da mesma seleção que hoje treina. Ou seja, ele certamente não se enquadraria como o melhor exemplo na habilidade de jogar ou no comportamento. Mas, quando a questão é sobre os valores defendidos, digo a coerência entre o que defende e o que exige dos outros, e em primeiro lugar de si mesmo, aí sim podemos falar de Bernardinho como um exemplo de liderança pelo exemplo.

Transportando para o mundo corporativo, o líder empresarial precisa sim dar o exemplo. Mas isso não tem nada a ver com incorporar o estereótipo do comportamento exemplar, padrão, ou posar de "Dr. Sabe Tudo Mais Que Os Outros". O verdadeiro exemplo do líder está na coerência em defender e viver os valores que prega e cobra da equipe. Honestidade, assiduidade, planejamento, proatividade, prontidão em servir, organização, busca incansável por resultados, valorização do ser humano, inovação, etc. Estas são apenas algumas poucas virtudes que precisam ser marca registrada de um grande líder. Se não é ele o que mais entende de um certo assunto, não tem problema. Agrega o especialista ao time e deixa que este seja o exemplo técnico. Se não é ele o que tem a melhor oratória para apresentar o projeto para o "board", não tem problema. Carrega o "vendedor" de projetos do time para a sala de reunião, e deixa que seu pupilo faça o show (e não esquece de puxar os aplausos).

Portanto, cuidado com a idéia de que o líder é "O" exemplo. Na verdade, o maior exemplo moral que o líder pode dar é reconhecer que talvez não seja o melhor exemplo. Minha recomendação: siga este exemplo, e seja um exemplo de líder.

Data: 4/8/2010 09:19:05

CREIO

quarta-feira, 30 de junho de 2010

40 DIAS DE JEJUM: Campanha de oração que começa em agosto está com inscrições abertas

Por: Vinícius Cintra - Redação Creio

A campanha dos 40 Dias de Jejum e Oração Em Favor da Família está com inscrições abertas para igrejas que quiserem participar. O jejum nacional acontecerá do dia 8 de agosto a 17 de setembro. Em 2009 mais de 1,7 mil igrejas aderiram à campanha idealizada pelo pastor Edison Queiroz, da Primeira Igreja Batista de Santo André (SP).

Nesse encontro o foco do jejum será a família, já que a primeira instituição humana criada por Deus vem sofrendo com problemas do mundo atual, como adultério, egoísmo, divórcio, infidelidade e outros problemas.

Na Bíblia da campanha, os estudos apresentados pelo dedicado pastor Jaime Kemp e sua esposa Judith, estudiosos dos problemas familiares, remeterão a importância de se ter uma família segundo o coração de Deus. Esta publicação oferecerá recursos que contribuem para fortalecer e aprofundar os laços familiares e discutirá temas variados como: adolescência, casamento, melhor idade, divórcio e namoro, recém-casados, solteiros, entre muitos outros assuntos.

Para se inscrever acesse o site www.jejum40dias.com.br

Fonte: Portal Creio

terça-feira, 29 de junho de 2010

SOLIDÃO ME FEZ TER INTIMIDADE

Ana Paula Valadão desabafa sobre saudade e adianta detalhes de CD

Por: Celso de Carvalho - Redação Creio

Com cabelos mais curtos, Ana Paula Valadão não deixou a alma de menina, mesmo com a maturidade após ser mãe. Continua discreta, simples – herança de seu pai-, e avessa à mídia. Continua tímida, mas tudo isto vem por terra quando ela abre a boca para adorar, com a voz aguda ao mesmo tempo suave, que chamou atenção do Brasil em 1998. Doze anos após estourar nas rádios e templos, sempre arrebanhando multidões em suas gravações, Ana Paula admite que caiu o rótulo de idolatria que girava por parte do público em torno de si, fruto, segundo ela do amadurecimento da Igreja. Morando nos Estados Unidos, acompanhando o marido que termina um mestrado, Ana Paula Valadão diz que a solidão fez com que ela desenvolvesse intimidade com Deus, marido e filhos.

A dor e a saudade fizeram Ana Paula abrir o coração ao ser questionada pela reportagem: “Que bom poder ter esta oportunidade de falar”. Prestes a gravar o 13º CD em Barretos no dia 17 de julho ela define Deus como ‘detalhista’. “As férias do meu esposo coincidem com o período em que o Diante do Trono está com período mais intenso de agenda. Conseguimos conciliar a gravação com meu período no Brasil”, lembra. Será a primeira vez que um evento evangélico acontecerá no local, palco de grandes shows sertanejos.

Em primeira mão Ana Paula adiantou que o CD se chamará Aleluia, e a música que dá titulo ao projeto. “A canção veio no momento de mais saudade da minha família e do Brasil”.

Em preparação, Valadão diz que o grupo está mais amadurecido, ao mesmo tempo mais jovem, após as saídas de André Valadão e Nivea Soares. Até a gravação o grupo está em jejum de oração. Sobre o estigma, uma quase idolatria, do povo sobre sua liderança do grupo, Ana Paula disse que este costume acabou. “A Igreja está mais amadurecida”, revela.

Data: 29/6/2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

VOCÊ REALMENTE É CRISTÃO?





Os direitos autorais deste vídeo pertencem à Portas Abertas Internacional. Por favor, não faça download do arquivo por intermédio de nenhum software. Se desejar obter este vídeo, acesse o site: www.portasabertas.org.br.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Testemunho – Mulher expulsa ladrão de sua loja “em nome de Jesus”. - Veja o vídeo

Por Renato Cavallera em domingo, 21 fevereiro 2010

Um assaltante desistiu de roubar uma loja em Frisco, no estado americano do Texas, depois que a caixa o mandou sair do estabelecimento “em nome de Jesus”.

De acordo informações da emissora de TV KDFW Fox 4, depois que o bandido pediu dinheiro, Marian Chadwick o encarou e disse “Em nome de Jesus, saia da minha loja. Eu ligo você com o poder do Espírito Santo”. O ladrão, que estava armado e mascarado, recuou devagarinho até sair correndo do local sem levar nada.

A cena foi registrada pelas câmeras de segurança da loja.

Vídeo Mulher expulsando em nome de Jesus um ladrão que tentava roubar sua loja


Via: GNotícias

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Na Contra-Mão

Mas o Reino de Deus é um Reino de princípios e prioridades invertidos. Disse Jesus: “Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos". O Senhor coloca por último aqueles que o mundo considera como sendo os primeiros.

A Glória do Rei e do Seu Reino

Escutamos falar de políticos radicais, contudo nunca houve algum que conseguiu inverter os caminhos do mundo com seu materialismo e iniqüidade. No entanto, quando Paulo e Silas estiveram em Tessalônica, “os judeus incrédulos” disseram: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui”. A incredulidade havia obscurecido sua visão. Mas mesmo com sua visão distorcida, puderam ver que o mundo já estava de cabeça para baixo. Foi por isso que tiveram que vir, para colocá-lo de volta para cima.
Apesar das Escrituras nos alertarem que o mundo é inimigo de Deus, nós estamos tão acostumados com ele! Os padrões do mundo são o oposto de tudo o que Deus deseja. O dinheiro, então, está no topo da lista. As pessoas que possuem dinheiro encontram-se no topo e são considerados privilegiados. O resto é resto! Grandes negócios esmagam pessoas de pouca importância. “Alcance grandeza passando por cima dos outros e você será honrado e invejado”. As lutas das pessoas comuns nem incomodam os grandiosos deste mundo.

Princípios e Prioridades ao Reverso

Mas o Reino de Deus é um reino de princípios e prioridades invertidos. Jesus disse: “Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos". O Senhor coloca por último aqueles que o mundo considera como sendo os primeiros. Aqueles que choram são os primeiros no Reino de Deus. Eles talvez não riem à toa enquanto se dirigem ao banco para ver seus lucros exorbitantes. Em seguida, bem-aventurados são os mansos, e não aqueles que passam por cima dos outros para chegarem em primeiro lugar. Os humildes roubarão o espetáculo dos orgulhosos. Bem-aventurados aqueles que têm fome e sede de justiça, e não aqueles que mudam sua política para ganhar mais votos. Bem-aventurados os misericordiosos, e não os vingativos e retaliadores. Bem-aventurados os puros de coração, e não os que causam tropeço. Então, seguem os pacificadores, e não os que fazem guerra, os perseguidos, e não os que abrem mão dos seus valores.

Quem é o primeiro no Reino de Deus?

Quem é o primeiro no Seu Reino? Talvez seja um desconhecido, mas, com certeza, alguém que serve sem segundas intenções. O maior de todos é Aquele que pegou uma toalha e lavou os pés dos discípulos e, quando somente a água não foi o suficiente, derramou Seu próprio sangue pela purificação da humanidade. Que servo... lavar os pés de toda a humanidade!

Ele é aquele ao qual veremos. “Eles verão aquele a quem traspassaram”. Essa é a Sua identidade: Aquele que foi traspassado. E “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito”. A sua glorificação será com os Seus santos… aqueles remidos pelo sangue. Não os bajuladores, os ambiciosos, os que buscam serem aceitos pela sociedade, que dizem serem amigos de gente importante, os que buscam riquezas e Oscars, taças e medalhas... mas sim os redimidos! Ele os redimiu, buscou, encontrou e glorificou!

Que glorioso! Os odiados que Ele perfumou com graça. Os poluídos agora vestidos com vestes de justiça. Os impuros lavados com Suas lágrimas, lembrados em oração debaixo das oliveiras do Getsêmani com gotas de sangue, capturados pelo Cativo naquele Madeiro.

Os Santos na Luz

Olhem para eles! Que glória resplandecente reluz por esse infinito rio de humanidade remida. Aqui está uma das primeiras, uma mulher bonita, Maria que, no passado foi atormentada com sete demônios, agora sentada com tanta saudade e amor, que faz partir o coração, perto da Sua tumba vazia... Sua eterna adoradora. Aqui está Pedro, em quem Jesus trabalhou tanto para que se tornasse alguém, agora resplandece na Divina luz. Paulo que O perseguiu. O ladrão que O ridicularizou. Zaqueu, que recebeu um coração de ouro através do toque de Jesus. Isso tem acontecido por séculos. Dedicados apaixonados por Jesus, mártires, apóstolos, santos, homens que louvaram a Deus enquanto seus dedos queimavam como velas, vejam eles, os evangelistas, os pastores, os missionários, os humildes obreiros, os fiéis. Você, João e Maria, Pedro e Ana, incluindo eu… até eu! Ele salvou um pobre pecador como eu! AQUI ESTAMOS E AQUI FICAREMOS, OS SANTOS NA LUZ, OS TRIÚNFANTES EM SUA GRAÇA, de toda tribo, cor, de todos os níveis sociais, e toda a Sua glória. Adúlteros, homossexuais, ladrões, mentirosos, pervertidos, bruxos, assassinos, viciados, satanistas, invejosos, idólatras, impuros, sofisticados e não sofisticados, cultos e leigos, LAVADOS NO SANGUE DE JESUS!

A glória do Rei. “Vejam vós remidos, a vista é gloriosa!” A Igreja do Deus Vivo. A Cidade de Deus. A Noiva do Cordeiro. Esta é a população do maravilhoso Rei do Reino de Deus!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

FONTES, CANAIS E RECIPIENTES

"Quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede" (João 4.20).

Obtemos da natureza todos os recursos que o nosso organismo precisa para viver. Não somos auto-suficientes. Precisamos recorrer às fontes naturais para o suprimento das nossas necessidades físicas. O mesmo acontece com a alma e o espírito.

Quais são as nossas fontes?

Qual é a origem da nossa energia, poder, motivação, amor e alegria?

Dependemos das circunstâncias, dos relacionamentos, dos entretenimentos, do saldo bancário ou da bolsa de valores? Se é que você aplica...(risos)

Deus é o nosso manancial supremo (Salmos 87.7; Jeremias.17.13) e nele estamos ligados através de Jesus Cristo.

"O amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Romanos 5.5).

"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos" (Filipenses 4.4).

"A alegria do Senhor é a nossa força" (Neemias 8.10).

Aqueles que estão à nossa volta e nos ajudam não são nossas fontes. São apenas canais, mas ainda assim são preciosos.
Meu emprego, por exemplo, é apenas um canal por meio do qual recebo a bênção financeira que Deus me dá. Na hora de agradecer, não posso me esquecer de quem é o principal responsável por tudo o que há de bom em minha vida.

"Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes" (Tiago 1.17).

Pensando assim, pode parecer que tudo dependa exclusivamente de Deus e, não fazendo ele acepção de pessoas, suas bênçãos alcançariam a todos indistintamente. Entretanto, não é o que a realidade nos mostra. A analogia das fontes naturais nos ajudará a resolver o dilema.

CAPACIDADE E LIMITES

Qual é a quantidade de água que uma fonte pode produzir e fornecer? Não se pode determinar. Se as fontes hídricas são tão abundantes, por quê tantas pessoas sofrem com a sede?

Pelo fato de estarem distantes dos mananciais e rios!!!!!!!

E mesmo quando chega à fonte, o indivíduo pode beber pouca água, ou muita, ou nenhuma.
Pode lavar as mãos ou até tomar um banho.
Pode encher um copo, um barril ou um caminhão pipa.
O limite não está na fonte, mas naqueles que dela se aproximam, em suas atitudes, em sua sede, e no tamanho dos recipientes que trazem consigo.

Assim, o que conhecemos e usufruímos de Deus não foi limitado pelo Senhor, mas por nossas próprias atitudes ao buscá-lo, ou até ao deixarmos de fazê-lo.

Muitos não vão à fonte certa. Abandonam o Senhor e buscam outras nascentes ou reservatórios de utilidade duvidosa (II Pedro 2.17).

"Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas" (Jeremias 2.13).

Outros vão à fonte, mas não bebem água. Não aproveitam o que está à sua disposição. Quantos creem em Deus, mas não oram? Muitos têm a bíblia, mas não leem. Deus quer nos dar muito, mas não buscamos, não aceitamos, não recebemos. A negligência impede o crescimento.

Atitudes assim limitam o que de Deus podemos conhecer e o que dele pode se manifestar em nós. Limitamos, deste modo, nossa expressão cristã e nossos ministérios. Depois, não digamos que Deus quis assim.
A fonte do Senhor é inesgotável. Nós é que impedimos o seu fluir, como que dizendo: "Chega, Senhor. Basta. Não queremos mais" (Hebreus 12.19). Deixando de buscá-lo ou colocando impedimentos à sua manifestação, abstemo-nos da plenitude espiritual. Isto pode ser ilustrado pelo milagre da multiplicação do azeite da viúva. Quando se acabaram as vasilhas, parou de fluir o azeite.

"Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva. Ora, isto ele disse a respeito do Espírito que haviam de receber os que nele cressem" (João 7.37-39).

Busquemos ao Senhor, sem reservas. Ele derramará sua abundância sobre nós e nos saciará.
Seremos, então, não apenas recipientes, mas canais limpos e desobstruídos, capazes de levar aos sedentos a água viva.
Este é o papel do cristão. Esta é a missão da igreja neste mundo até a volta do nosso Senhor Jesus Cristo.

Prs:Alexandre e Clemência Barbosa
Líderes Gerais de Jovens ADMAF

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Orgulho Espiritual

A primeira e a pior causa do erro que prevalece em nossos dias é o orgulho espiritual. Ele é a porta principal através da qual o diabo influi no coração daqueles que são zelosos pelo avanço do reino de Cristo. O orgulho espiritual é a maior porta de acesso da fumaça que sobe do abismo para obscurecer a mente e perverter a capacidade de julgar, bem como é o principal instrumento com o qual Satanás assalta os crentes, a fim de obstruir a obra de Deus. Até que essa enfermidade seja curada, os remédios para curar todas as outras enfermidades são aplicados em vão.

O orgulho é muito mais difícil de ser discernido do que qualquer outra corrupção, porque, por natureza, o orgulho equivale a uma pessoa alimentar pensamentos elevados a respeito de si mesma. Existe alguma surpresa no fato de que uma pessoa que possui pensamentos muito elevados a respeito de si mesma seja inconsciente do orgulho? Ela acha que sua opinião a respeito de si mesma tem fundamentos corretos e, por conseguinte, supõe que essa opinião não é muito elevada. Como resultado, não existe outro assunto em que o coração humano se mostra mais enganoso e impenetrável. A própria natureza do orgulho consiste em desenvolver autoconfiança e rejeitar qualquer suspeita de que, em si mesmo, o coração é mau.

O orgulho assume muitas formas e moldes, envolvendo todo o coração, como as cascas da cebola — quando você remove uma casca da cebola, existe outra por baixo. Portanto, precisamos ter a mais intensa vigilância possível sobre nosso coração, no que se refere a este assunto, e, com profundo ardor, clamar por ajuda ao grande Perscrutador dos corações. Aquele que confia em seu próprio coração é um tolo.

Visto que o orgulho espiritual, por sua própria natureza, é secreto, ele não pode ser bem discernido pela intuição imediata. O orgulho espiritual é melhor identificado por seus frutos e efeitos, alguns dos quais mencionarei em paralelo aos frutos contrários da humildade cristã.

A pessoa espiritualmente orgulhosa se considera cheia de entendimento e sente que não precisa de qualquer instrução; por isso, ela se mostra pronta a rejeitar o ensino que outros lhe oferecem. Por outro lado, o crente humilde é semelhante a uma criança que facilmente recebe instrução; é cauteloso em sua avaliação de si mesmo e sensível a respeito de como está sujeito a tropeçar. Se lhe for sugerido que ele realmente está sujeito a tropeçar, com muita prontidão o crente humilde estará disposto a inquirir sobre o assunto.

Pessoas orgulhosas tendem a falar sobre os pecados dos outros, ou seja, sobre a miserável ilusão dos hipócritas, sobre a indiferença de alguns crentes que sentem amargura ou sobre a oposição que muitos crentes demonstram para com a santidade. A verdadeira humildade cristã fica em silêncio no que se refere aos pecados dos outros ou fala sobre eles com tristeza e piedade.

A pessoa espiritualmente orgulhosa encontra nos outros crentes o erro de falta de progresso na vida cristã, enquanto o crente humilde vê muitos erros em seu próprio coração e se preocupa, a fim de que ele mesmo não se veja inclinado a ocupar-se demais com o coração dos outros. Ele lamenta muito por si mesmo e por sua frieza espiritual, esperando prontamente que muitas outras pessoas tenham mais amor e gratidão a Deus, mais do que ele mesmo.

A pessoa espiritualmente orgulhosa fala sobre quase tudo que percebe nos outros, fazendo-o com grosseria e com uma linguagem bastante severa. Em geral, a crítica de tais pessoas se dirige não apenas contra a impiedade dos incrédulos, mas também contra os verdadeiros filhos de Deus e contra aqueles que são seus superiores. Os crentes humildes, por sua vez, mesmo quando fazem extraordinárias descobertas da glória de Deus, sentem-se esmagados por sua própria vileza e pecaminosidade. As exortações deles para os outros crentes são ministradas de maneira amável e humilde; e tratam os outros com tanta humildade e gentileza quanto o Senhor Jesus, que é infinitamente superior a eles, os trata.

O orgulho espiritual com freqüência dispõe a pessoa a agir de maneira diferente em sua aparência exterior e a assumir uma linguagem, semblante e comportamento diferentes. No entanto, o crente humilde, embora se mostre firme em seus deveres e prossiga sozinho no caminho do céu, mesmo que todo o mundo o abandone, ele não se deleita em ser diferente apenas por amor à diferença. O crente humilde não estabelece como objetivo primordial o ser visto e observado como alguém diferente; pelo contrário, ele está disposto a tornar-se tudo para todos os homens, sujeitar-se aos outros, conformar-se a eles e agradá-los em tudo, exceto no pecado.

As pessoas orgulhosas levam em conta as oposições e injúrias, estando dispostas a falar sobre elas em tom de amargura e murmuração. A humildade cristã, por outro lado, dispõe a pessoa a ser mais semelhante ao seu bendito Senhor, que, ao ser maltratado, não abriu a sua boca, mas entregou-se silenciosamente Àquele que julga retamente. Para o crente humilde, quanto mais clamoroso e irado o mundo se mostra com ele, tanto mais quieto e tranqüilo ele permanecerá.

Outro padrão das pessoas espiritualmente orgulhosas é comportarem-se de maneira que levem os outros a fazerem delas seu alvo. É natural para uma pessoa que está sob a influência do orgulho aceitar toda a reverência que lhe tributam. Se os outros mostram disposição para submeterem-se a ela e sujeitarem-se em deferência a ela, a pessoa espiritualmente orgulhosa está aberta para esta sujeição, aceitando-a espontaneamente. Na verdade, aqueles que são espiritualmente orgulhosos esperam esse tipo de tratamento, formando uma opinião pervertida sobre aqueles que não lhe oferecem aquilo que eles sentem que merecem.

Por Jonathan Edwards


Fonte: http://www.editorafiel.com.br

Artigo - 35 Razões para não Pecar

1 - Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.

2 - Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.

3 - Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.

4 - Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.

5 - Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.

6 - Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.

7 - Porque estou fazendo o que não devo fazer.

8 - Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.

9 - Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.

10 - Porque o meu pecado entristece os santos.

11 - Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.

12 - Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.

13 - Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.

14 - Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.

15 - Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.

16 - Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.

17 - Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.

18 - Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.

19 - Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.

20 - Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.

21 - Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.

22 - Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.

23 - Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.

24 - Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.

25 - Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.

26 - Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.

27 - Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.

28 - Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.

29 - Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.

30 - Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.

31 - Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.

32 - Porque pecar significa não amar a Cristo.

33 - Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.

34 - Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.

35 - Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.

Por Jim Elliff
Pr. Jim Elliff é o fundador e presidente da organização Christian Comunicators Worldwide (CCW). Obteve seu mestrado pelo Southwestern Baptist Theological Seminary. É membro da diretoria da FIRE (Fellowship of Independent Reformed Evangelicals) e é fundador do ministério Christ Fellowship, uma igreja constituída de congregações nos lares; é autor de vários livros, alguns deles publicados em português pela Editora Fiel. Jim é casado com Pam e o casal tem três filhos.

Fonte: www.editorafiel.com.br