O líder nem sempre é exemplo moral, mas pode reconhecer que não seja exemplo
Por: Paulo Angelim
Engolir paradigmas do "management" sem discerni-los faz tanto mal quanto comer sem mastigar. Um dos pratos que tem provocado bastante indigestão nos comedores compulsivos do gurulês (língua falada pelos "gurus") é o que prega que a boa liderança é a que é exercida pelo exemplo. Calma aí, alto lá!!! E quem disse que, necessariamente, o líder é o melhor exemplo? A verdade é que nem sempre é. Sendo assim, seria falso dizer que existe liderança pelo exemplo? Lógico que não. Vamos tomar um chá digestivo e entender melhor esta história.
Quando focamos na questão da liderança pelo exemplo, temos que observar que tipo de exemplo é esse que estamos falando. Na minha opinião, o líder “tem que ser” um exemplo na materialização dos valores que prega, mas “pode ser” um exemplo nas questões técnicas e funcionais, ou ainda nas de comportamento. Se você tem alguma dúvida disso, observe o Bernardinho, técnico da seleção brasileira masculina de vôlei. Ele é um profundo conhecedor de vôlei, e hábil nas competências como técnico; e não poderia ser diferente. Não obstante isso, ele é extremamente temperamental (colérico, às vezes). E quando jogador, anos atrás, na maior parte do tempo amargou o banco de reservas da mesma seleção que hoje treina. Ou seja, ele certamente não se enquadraria como o melhor exemplo na habilidade de jogar ou no comportamento. Mas, quando a questão é sobre os valores defendidos, digo a coerência entre o que defende e o que exige dos outros, e em primeiro lugar de si mesmo, aí sim podemos falar de Bernardinho como um exemplo de liderança pelo exemplo.
Transportando para o mundo corporativo, o líder empresarial precisa sim dar o exemplo. Mas isso não tem nada a ver com incorporar o estereótipo do comportamento exemplar, padrão, ou posar de "Dr. Sabe Tudo Mais Que Os Outros". O verdadeiro exemplo do líder está na coerência em defender e viver os valores que prega e cobra da equipe. Honestidade, assiduidade, planejamento, proatividade, prontidão em servir, organização, busca incansável por resultados, valorização do ser humano, inovação, etc. Estas são apenas algumas poucas virtudes que precisam ser marca registrada de um grande líder. Se não é ele o que mais entende de um certo assunto, não tem problema. Agrega o especialista ao time e deixa que este seja o exemplo técnico. Se não é ele o que tem a melhor oratória para apresentar o projeto para o "board", não tem problema. Carrega o "vendedor" de projetos do time para a sala de reunião, e deixa que seu pupilo faça o show (e não esquece de puxar os aplausos).
Portanto, cuidado com a idéia de que o líder é "O" exemplo. Na verdade, o maior exemplo moral que o líder pode dar é reconhecer que talvez não seja o melhor exemplo. Minha recomendação: siga este exemplo, e seja um exemplo de líder.
Data: 4/8/2010 09:19:05
CREIO
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
LÍDER EXEMPLO OU EXEMPLO DE LÍDER?
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
FONTES, CANAIS E RECIPIENTES
"Quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede" (João 4.20).Obtemos da natureza todos os recursos que o nosso organismo precisa para viver. Não somos auto-suficientes. Precisamos recorrer às fontes naturais para o suprimento das nossas necessidades físicas. O mesmo acontece com a alma e o espírito.
Quais são as nossas fontes?
Qual é a origem da nossa energia, poder, motivação, amor e alegria?
Dependemos das circunstâncias, dos relacionamentos, dos entretenimentos, do saldo bancário ou da bolsa de valores? Se é que você aplica...(risos)
Deus é o nosso manancial supremo (Salmos 87.7; Jeremias.17.13) e nele estamos ligados através de Jesus Cristo.
"O amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado" (Romanos 5.5).
"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos" (Filipenses 4.4).
"A alegria do Senhor é a nossa força" (Neemias 8.10).
Aqueles que estão à nossa volta e nos ajudam não são nossas fontes. São apenas canais, mas ainda assim são preciosos.
Meu emprego, por exemplo, é apenas um canal por meio do qual recebo a bênção financeira que Deus me dá. Na hora de agradecer, não posso me esquecer de quem é o principal responsável por tudo o que há de bom em minha vida.
"Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes" (Tiago 1.17).
Pensando assim, pode parecer que tudo dependa exclusivamente de Deus e, não fazendo ele acepção de pessoas, suas bênçãos alcançariam a todos indistintamente. Entretanto, não é o que a realidade nos mostra. A analogia das fontes naturais nos ajudará a resolver o dilema.
CAPACIDADE E LIMITES
Qual é a quantidade de água que uma fonte pode produzir e fornecer? Não se pode determinar. Se as fontes hídricas são tão abundantes, por quê tantas pessoas sofrem com a sede?
Pelo fato de estarem distantes dos mananciais e rios!!!!!!!
E mesmo quando chega à fonte, o indivíduo pode beber pouca água, ou muita, ou nenhuma.
Pode lavar as mãos ou até tomar um banho.
Pode encher um copo, um barril ou um caminhão pipa.
O limite não está na fonte, mas naqueles que dela se aproximam, em suas atitudes, em sua sede, e no tamanho dos recipientes que trazem consigo.
Assim, o que conhecemos e usufruímos de Deus não foi limitado pelo Senhor, mas por nossas próprias atitudes ao buscá-lo, ou até ao deixarmos de fazê-lo.
Muitos não vão à fonte certa. Abandonam o Senhor e buscam outras nascentes ou reservatórios de utilidade duvidosa (II Pedro 2.17).
"Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas" (Jeremias 2.13).
Outros vão à fonte, mas não bebem água. Não aproveitam o que está à sua disposição. Quantos creem em Deus, mas não oram? Muitos têm a bíblia, mas não leem. Deus quer nos dar muito, mas não buscamos, não aceitamos, não recebemos. A negligência impede o crescimento.
Atitudes assim limitam o que de Deus podemos conhecer e o que dele pode se manifestar em nós. Limitamos, deste modo, nossa expressão cristã e nossos ministérios. Depois, não digamos que Deus quis assim.
A fonte do Senhor é inesgotável. Nós é que impedimos o seu fluir, como que dizendo: "Chega, Senhor. Basta. Não queremos mais" (Hebreus 12.19). Deixando de buscá-lo ou colocando impedimentos à sua manifestação, abstemo-nos da plenitude espiritual. Isto pode ser ilustrado pelo milagre da multiplicação do azeite da viúva. Quando se acabaram as vasilhas, parou de fluir o azeite.
"Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva. Ora, isto ele disse a respeito do Espírito que haviam de receber os que nele cressem" (João 7.37-39).
Busquemos ao Senhor, sem reservas. Ele derramará sua abundância sobre nós e nos saciará.
Seremos, então, não apenas recipientes, mas canais limpos e desobstruídos, capazes de levar aos sedentos a água viva.
Este é o papel do cristão. Esta é a missão da igreja neste mundo até a volta do nosso Senhor Jesus Cristo.
Prs:Alexandre e Clemência Barbosa
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Orgulho Espiritual
A primeira e a pior causa do erro que prevalece em nossos dias é o orgulho espiritual. Ele é a porta principal através da qual o diabo influi no coração daqueles que são zelosos pelo avanço do reino de Cristo. O orgulho espiritual é a maior porta de acesso da fumaça que sobe do abismo para obscurecer a mente e perverter a capacidade de julgar, bem como é o principal instrumento com o qual Satanás assalta os crentes, a fim de obstruir a obra de Deus. Até que essa enfermidade seja curada, os remédios para curar todas as outras enfermidades são aplicados em vão.O orgulho é muito mais difícil de ser discernido do que qualquer outra corrupção, porque, por natureza, o orgulho equivale a uma pessoa alimentar pensamentos elevados a respeito de si mesma. Existe alguma surpresa no fato de que uma pessoa que possui pensamentos muito elevados a respeito de si mesma seja inconsciente do orgulho? Ela acha que sua opinião a respeito de si mesma tem fundamentos corretos e, por conseguinte, supõe que essa opinião não é muito elevada. Como resultado, não existe outro assunto em que o coração humano se mostra mais enganoso e impenetrável. A própria natureza do orgulho consiste em desenvolver autoconfiança e rejeitar qualquer suspeita de que, em si mesmo, o coração é mau.
O orgulho assume muitas formas e moldes, envolvendo todo o coração, como as cascas da cebola — quando você remove uma casca da cebola, existe outra por baixo. Portanto, precisamos ter a mais intensa vigilância possível sobre nosso coração, no que se refere a este assunto, e, com profundo ardor, clamar por ajuda ao grande Perscrutador dos corações. Aquele que confia em seu próprio coração é um tolo.
Visto que o orgulho espiritual, por sua própria natureza, é secreto, ele não pode ser bem discernido pela intuição imediata. O orgulho espiritual é melhor identificado por seus frutos e efeitos, alguns dos quais mencionarei em paralelo aos frutos contrários da humildade cristã.
A pessoa espiritualmente orgulhosa se considera cheia de entendimento e sente que não precisa de qualquer instrução; por isso, ela se mostra pronta a rejeitar o ensino que outros lhe oferecem. Por outro lado, o crente humilde é semelhante a uma criança que facilmente recebe instrução; é cauteloso em sua avaliação de si mesmo e sensível a respeito de como está sujeito a tropeçar. Se lhe for sugerido que ele realmente está sujeito a tropeçar, com muita prontidão o crente humilde estará disposto a inquirir sobre o assunto.
Pessoas orgulhosas tendem a falar sobre os pecados dos outros, ou seja, sobre a miserável ilusão dos hipócritas, sobre a indiferença de alguns crentes que sentem amargura ou sobre a oposição que muitos crentes demonstram para com a santidade. A verdadeira humildade cristã fica em silêncio no que se refere aos pecados dos outros ou fala sobre eles com tristeza e piedade.
A pessoa espiritualmente orgulhosa encontra nos outros crentes o erro de falta de progresso na vida cristã, enquanto o crente humilde vê muitos erros em seu próprio coração e se preocupa, a fim de que ele mesmo não se veja inclinado a ocupar-se demais com o coração dos outros. Ele lamenta muito por si mesmo e por sua frieza espiritual, esperando prontamente que muitas outras pessoas tenham mais amor e gratidão a Deus, mais do que ele mesmo.
A pessoa espiritualmente orgulhosa fala sobre quase tudo que percebe nos outros, fazendo-o com grosseria e com uma linguagem bastante severa. Em geral, a crítica de tais pessoas se dirige não apenas contra a impiedade dos incrédulos, mas também contra os verdadeiros filhos de Deus e contra aqueles que são seus superiores. Os crentes humildes, por sua vez, mesmo quando fazem extraordinárias descobertas da glória de Deus, sentem-se esmagados por sua própria vileza e pecaminosidade. As exortações deles para os outros crentes são ministradas de maneira amável e humilde; e tratam os outros com tanta humildade e gentileza quanto o Senhor Jesus, que é infinitamente superior a eles, os trata.
O orgulho espiritual com freqüência dispõe a pessoa a agir de maneira diferente em sua aparência exterior e a assumir uma linguagem, semblante e comportamento diferentes. No entanto, o crente humilde, embora se mostre firme em seus deveres e prossiga sozinho no caminho do céu, mesmo que todo o mundo o abandone, ele não se deleita em ser diferente apenas por amor à diferença. O crente humilde não estabelece como objetivo primordial o ser visto e observado como alguém diferente; pelo contrário, ele está disposto a tornar-se tudo para todos os homens, sujeitar-se aos outros, conformar-se a eles e agradá-los em tudo, exceto no pecado.
As pessoas orgulhosas levam em conta as oposições e injúrias, estando dispostas a falar sobre elas em tom de amargura e murmuração. A humildade cristã, por outro lado, dispõe a pessoa a ser mais semelhante ao seu bendito Senhor, que, ao ser maltratado, não abriu a sua boca, mas entregou-se silenciosamente Àquele que julga retamente. Para o crente humilde, quanto mais clamoroso e irado o mundo se mostra com ele, tanto mais quieto e tranqüilo ele permanecerá.
Outro padrão das pessoas espiritualmente orgulhosas é comportarem-se de maneira que levem os outros a fazerem delas seu alvo. É natural para uma pessoa que está sob a influência do orgulho aceitar toda a reverência que lhe tributam. Se os outros mostram disposição para submeterem-se a ela e sujeitarem-se em deferência a ela, a pessoa espiritualmente orgulhosa está aberta para esta sujeição, aceitando-a espontaneamente. Na verdade, aqueles que são espiritualmente orgulhosos esperam esse tipo de tratamento, formando uma opinião pervertida sobre aqueles que não lhe oferecem aquilo que eles sentem que merecem.
Por Jonathan Edwards
Fonte: http://www.editorafiel.com.br
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Artigo - 35 Razões para não Pecar
1 - Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.2 - Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.
3 - Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.
4 - Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.
5 - Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.
6 - Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.
7 - Porque estou fazendo o que não devo fazer.
8 - Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.
9 - Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.
10 - Porque o meu pecado entristece os santos.
11 - Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.
12 - Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.
13 - Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.
14 - Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.
15 - Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.
16 - Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.
17 - Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.
18 - Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.
19 - Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.
20 - Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.
21 - Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.
22 - Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.
23 - Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.
24 - Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.
25 - Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.
26 - Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.
27 - Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.
28 - Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.
29 - Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.
30 - Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.
31 - Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.
32 - Porque pecar significa não amar a Cristo.
33 - Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.
34 - Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.
35 - Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.
Por Jim Elliff
Pr. Jim Elliff é o fundador e presidente da organização Christian Comunicators Worldwide (CCW). Obteve seu mestrado pelo Southwestern Baptist Theological Seminary. É membro da diretoria da FIRE (Fellowship of Independent Reformed Evangelicals) e é fundador do ministério Christ Fellowship, uma igreja constituída de congregações nos lares; é autor de vários livros, alguns deles publicados em português pela Editora Fiel. Jim é casado com Pam e o casal tem três filhos.
Fonte: www.editorafiel.com.br
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
ARTIGO: Dicas para controlar seus gastos no final do ano
Final de Ano, 2009 está chegando ao fim. Sempre no final de ano temos uma série de acontecimentos quando é necessário um planejamento financeiro mais apurado. Vejam as dicas para controlar seus gastos e começar um 2010 melhor financeiramente.· 13º Salário é um dinheiro extra, programado para os gastos extras de final de ano.
· Contudo se você gastou errado durante o ano, este dinheiro extra é uma ótima oportunidade para você arrumar a casa financeira.
· Use seu 13º para liquidar seu cheque especial, ou para liquidação total da fatura do cartão de crédito.
· Você pode também antecipar liquidação de financiamentos: CDC´s em Bancos, financiamentos de carros e casas. Esta antecipação normalmente significa desconto no pagamento de juros e também você vai aliviar seu orçamento no futuro.
Para quem não está com dívidas, ótimo parabéns, mais também vou colocar algumas dicas:
· Divida seu 13º em 3 partes:
o 1ª para gastar no final do ano,
o 2ª para janeiro onde temos muitos gastos como IPTU, IPVA, Matrícula dos Filhos, Uniforme e Material Escolar e também as férias.
o 3º Guarde para seu futuro, pense um pouco na frente e este dinheiro pode ser o primeiro passo para você começar ou fortalecer a sua reserva financeira.
Quem vai gastar não se esqueça de fazer o planejamento de quanto pode ser gasto para não furar o orçamento. O ideal é que as compras sejam feitas à vista ou em 2 ou 3 parcelas no máximo. Lembre-se de janeiro e no meio do mês de fevereiro teremos Carnaval.
Sucesso um bom natal e um 2010 abençoado para todos.
Erasmo Vieira
Palestrante e Consultor Financeiro Pessoal
www.planilhar.com.br
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