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segunda-feira, 12 de abril de 2010

MÍDIA/TV - Canais evangélicos podem ser retirados da TV por assinatura brasileira

Representantes da TV por assinatura Sky teriam procurado a bancada evangélica da Câmara dos Deputados alegando que, se aprovado o PL 29/2007, os canais evangélicos corriam o risco de ser retirados de sua programação.

O PL 29/2007, que altera as regras de TV por assinatura e cria uma política de fomento para o conteúdo nacional, continua um foco constante de polêmicas. A mais recente crise em torno da proposta partiu de um argumento colocado pela Sky, que teria procurado a bancada evangélica da Câmara dos Deputados, uma das de maior peso nas negociações parlamentares, e ponderado que, se aprovado o regime de cotas previsto no PL 29, os canais religiosos corriam o risco de ser retirados de sua programação.

O argumento já havia sido colocado em outros momentos, por vários players. Ao longo desses três anos de tramitação, executivos das TVs pagas mais de uma vez citaram a exclusão de canais como um “efeito colateral” do regime de cotas para o fomento do conteúdo nacional. A tese é simples: se for preciso abrir espaço a mais canais nacionais, o espaço dos canais religiosos será reduzido.

A diferença é que, desta vez, o apelo surtiu efeito. Deputados da bancada evangélica recorreram ao relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), mostrando sua preocupação com a possível exclusão dos canais. E Cunha, que também é evangélico, sensibilizou-se imediatamente.

Vale notar que alguns desses canais religiosos (assim como alguns canais de televenda) inclusive pagam para ser distribuídos na TV paga, e as operadoras os incluem nos pacotes como “cortesia” ao assinante, deixando claro que eles podem sair sem aviso prévio.

Mudança no conceito

A partir daí, o deputado-relator começou a considerar a hipótese de incluir os programas religiosos no conceito de “conteúdo qualificado”, entendendo assim que isso poderia blindar a retirada dos canais, pois este conteúdo poderia ser considerado no cálculo das cotas nacionais. Na proposta em análise, o conteúdo qualificado (onde se aplicam as cotas de fomento) é toda a produção audiovisual com perfil de dramaturgia, excluindo os programas de auditório, conteúdos jornalísticos e religiosos.

Ironicamente, o entendimento dos relatores que sucederam Cunha é que a exclusão desses conteúdos do conceito de “qualificado” servia justamente para protegê-los do cumprimento das cotas. A ideia agora seria o relator Eduardo Cunha suprimir as exceções do conceito, incluindo permanentemente os programas religiosos como “qualificados”.

O assunto, no entanto, ainda não está concluído. O relator ainda não apresentou a nova emenda alterando o conceito e há dúvidas na Câmara dos Deputados se essa alteração não pode ser considerada “de mérito”, o que não é permitido na CCJ. Nessa comissão, só podem ser feitas mudanças na estrutura do texto caso fique comprovado que a proposta, como está, é inconstitucional ou ilegal.

Articulações

Segundo fontes parlamentares, o tema ainda está sendo discutido e um acordo não está descartado. A confusão em torno dos canais religiosos se confunde com outra polêmica nascida na CCJ. Cunha apresentou quatro emendas saneadoras, que suprimem parágrafos das disposições finais e transitórias do projeto, mais especificamente retirando o regime especial de transição das licenças do Serviço Especial de TV por Assinatura (TVA).

Essa exclusão proposta pelo relator desagradou vários grupos de mídia que detém essas licenças, valorizadas nos últimos tempos por conta da digitalização da TV aberta. Anatel e Ministério das Comunicações estudam adaptar as TVAs para permitir a veiculação de TV móvel em equipamentos portáteis. A Anatel chegou a aprovar a adaptação das antigas concessões de TVA para novas autorizações há duas semanas, como uma espécie de “ato de boa fé” para que a transição especial fosse mantida no PL 29. Mas, até o momento, o parecer de Cunha permanece sem alterações, ou seja, com as quatro exclusões propostas.

As pressões em torno do projeto envolvem também a possibilidade de apresentação de um recurso para que a proposta passe por votação em Plenário. Essa estratégia é considerada como um “golpe de morte” no PL 29, já que, envolto em polêmicas, a aprovação rápida do projeto pelo pleno é praticamente impossível.

A mesma empresa que procurou os deputados da bancada evangélica estaria articulando o recolhimento das assinaturas necessárias para a apresentação do recurso, segundo interlocutores. Assim, se a polêmica em torno dos canais religiosos não for superada, a bancada evangélica pode tornar-se um bom alicerce para um futuro envio do PL 29 para o Plenário.

Fonte: Creio

quinta-feira, 4 de março de 2010

MÍDIA - TV DE MACEDO VOLTA ÀS ORIGENS

História de Ester estreia hoje com investimento de R$ 5 milhões

Depois de consolidar suas novelas, a Record agora aposta em produções mais curtas, feitas com mais qualidade técnica e cuidados. E a primeira estreia nesta quarta, dia 3. A História de Ester é uma minissérie em 10 capítulos que narra a trajetória de uma órfã judia criada pelo tio que se torna a rainha da Pérsia depois que o rei a escolhe. Para retratar o período narrado, cerca de 400 a.C., a equipe fez uso de grandes cenários, tapetes persas, roupas inspiradas na época e, é claro, muitos efeitos visuais. Principalmente nas cenas de batalhas. "Gravamos com o ator sozinho e, depois, os personagens foram multiplicados", explica João Camargo, diretor geral da produção escrita por Vivian de Oliveira.

A história começa mostrando a vida de Hadassa - verdadeiro nome da mocinha Ester, interpretada por Gabriela Durlo. A jovem teve os pais mortos em uma perseguição dos amalequitas aos judeus ainda criança e foi criada pelo tio Mordecai, de Ewerton Castro. Anos mais tarde, depois que a rainha Vasti, de Daniela Galli, é expulsa do reino, é uma das moças convocadas para que o rei Assuero, vivido por Marcos Pitombo, escolha sua nova mulher. Por isso, troca seu nome para Ester, escondendo sua origem judia. A partir daí começa o romance entre os dois e, assim, a chance de Ester de salvar seu povo da ira do vilão Hamã, conselheiro do rei interpretado por Paulo Gorgulho. "Por mais que a história seja da Bíblia, o foco está todo no romance do casal e em como essa mulher se tornou uma heroína", deslumbra-se Gabriela, estreante na posição de protagonista.

Os cuidados em A História de Ester lembram muito os utilizados pela Globo na hora de produzir e lançar suas minisséries. Primeiro, a equipe ficou mergulhada na história e no período retratado, participando de workshops, com direito a aulas de equitação e história, por exemplo. Além disso, enquanto em uma novela é comum que se grave cerca de 30 cenas por dia, a equipe pôde se dedicar ao máximo em cada take, reduzindo esse número para algo em torno de quatro ou cinco diárias. "É completamente diferente de tudo que eu já fiz. Você tem tempo para se preparar, é um outro tipo de cuidado. Não que uma novela não mereça, mas não existe tempo hábil para isso em um trabalho longo", explica Marcos Pitombo.

A equipe garante que não existe o interesse de defender conceitos religiosos no texto, apesar da emissora ser ligada à Igreja Universal do Reino de Deus. Mas a maior parte dos atores confessa que, assim que recebeu o convite, sentiu essa preocupação. "Acho uma coisa normal porque nenhum ator deve se envolver, defender qualquer ponto de vista. O melhor é ficar neutro. Mas assim que eu li os capítulos, percebi que a minissérie está isenta de qualquer defesa religiosa", atesta Vanessa Gerbelli, que encarna a feiticeira Zeres.

A emissora ainda não sabe qual, mas já a partir de março um novo texto bíblico entrará em pré-produção. "Vamos nos reunir e escolher. Provavelmente, a partir de junho já teremos uma nova minissérie sendo gravada aqui no Rio", adianta Hiran Silveira, o diretor de Teledramaturgia da Record. A autoria, ele já confirma, também será de Vivian de Oliveira. "Ao contrário do que saiu em alguns veículos, só crescemos nessa área. Estamos produzindo minisséries e já no mês que vem começaremos os trabalhos da próxima novela em parceria com a Televisa", completa Hiran.

A História de Ester - Estreia nesta quarta, dia 3, às 23h, na Record. O segundo capítulo vai ao ar na quinta, dia 4. A partir da semana seguinte, a exibição passa a ser às terças e quintas, às 23h.

Quem é quem em A História de Éster

Núcleo do Rei
Rei Assuero (Marcos Pitombo) - É o rei do Império Persa. Impulsivo e com temperamento forte, é um homem que esconde uma generosidade despertada assim que se apaixona por Ester.
Hamã (Paulo Gorgulho) - Conselheiro do rei, é um ambicioso descendente dos amalequitas, inimigos históricos dos judeus. Trama a morte do rei, mas se faz passar por seu aliado. É casado com Zeres, com quem teve dez filhos.
Zeres (Vanessa Gerbelli) - Esposa de Hamã, é ambiciosa e faz de tudo para ver seu marido no poder. Joga a sorte, é feiticeira e adora vários deuses.
Aridai (Paulo Nigro) - É o único filho de Hamã que não é ligado às tramas sórdidas do pai. Secretamente, é contra a rivalidade do pai com os judeus, mas é medroso e nunca enfrenta a família. Apaixona-se pela judia Ana, mas ambas as famílias são contra o relacionamento.
Dalfom (Gabriel Gracindo) - Filho mais velho de Hamã e Zeres, é o braço direito do pai e odeia judeus. Um dos principais guerreiros do rei, Dalfom é arrogante, beberrão e mulherengo.
Memucã (Paulo Figueiredo) - Nobre persa e homem de confiança do rei. Não gosta de Hamã e vai ser vítima de suas maldades.
Simion (Maurício Ribeiro) - Judeu, trabalha como copeiro do rei no palácio. É responsável por provar a comida e a bebida do rei antes de ele comer para ver se não está envenenada.
Tafnes (Luana Rodes) - Egípcia, bonita e ambiciosa, sonha em se tornar rainha. Morre de ciúmes de Ester e se envolve com Dalfom.

Núcleo de Ester

Hadassa/Ester (Gabriela Durlo) - Moça judia e simples que é coroada rainha da Pérsia e reina ao lado de Assuero. Hadassa é seu nome hebraico. Adota o nome de Ester para que sua origem judaica não seja descoberta. Quando jovem, é interpretada pela atriz Bárbara Maia.
Mordecai (Ewerton de Castro) - Comerciante bom, honesto e trabalhador, é tio de Ester e a criou desde que ficou órfã. Por ser um judeu fiel às tradições de seu povo, é perseguido. Nos capítulos finais, é empossado ministro do rei e ajuda Ester a salvar seu povo.
Abiail (Juan Alba) - Pai de Ester, é um homem de caráter, simpático e humilde. Aparece somente nos pesadelos da filha.
Lia (Cássia Linhares) - Mãe de Ester, é uma mulher bonita e de semblante sereno. Aparece somente nos pesadelos da filha.
Joel (Giuseppe Oristanio) - Líder judeu, ranzinza, amigo de Mordecai e pai de Ana. Não aceita o envolvimento da jovem com o filho de Hamã. Lidera o povo judeu no retorno a Jerusalém.
Rebecca (Eliete Cigarini) - Esposa de Joel.
Ana (Letícia Colin) - Filha de Joel e Rebecca e amiga de Ester. Ingênua e sonhadora, é raptada para fazer parte do harém do rei. Vive um romance escondido com Aridai.

Núcleo dos eunucos
Harbona (Rocco Pitanga) - Serve ao rei e à rainha no palácio. É um homem leal.
Hegai (André di Mauro) - Responsável pelo harém do rei. É divertido e efeminado, já que ensina boas maneiras às candidatas ao reino. Torna-se um amigo de Ester.
Ruben (Márcio Kieling) - Judeu, é um pastor de ovelhas de bem com a vida. É apaixonado por Ester e faz tudo por ela. Fica revoltado depois de ser capturado pelos guardas do palácio e é mutilado para se tornar eunuco.
Bigtã (Felipe Martins) - Eunuco do palácio, se alia a Hamã em um complô para matar o rei.
Teres (Victor Hugo) - Eunuco do palácio, também está envolvido nas tentativas de derrubar o rei Assuero.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

MÍDIA - FORA DO AR

R.R Soares terá saída definitiva da emissora Band no mês de abril

Na Bandeirantes já se dá como certa e definitiva a saída de R.R Soares da sua faixa nobre no final de abril. Dia 30, mais precisamente.

Nem tem como reverter. Isto foi anunciado pelo dono da emissora Johnny Saad durante a convenção na Bahia.

Mas também não se descarta uma outra negociação, que envolva mudança de horário.

Fonte: Uol
Via Portal Creio

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

COTIDIANO - HOMOSSEXUALISMO É COMPORTAMENTAL


Diz Malafaia durante debate no SBT sobre PLC 122/06

Por: Celso de Carvalho - Redação Creio

O pastor da Assembléia de Deus, Silas Malafaia, participou nesta quarta-feira, dia 24, do programa do Ratinho, no SBT. O debate envolveu o polêmico projeto PLC 122/06 que cria uma ditadura gay. O presidente da Associação Vitória em Cristo enfrentou a autora do projeto, a ex-deputada Iara Bernardes.

Os convidados foram recebidos pelo apresentador do programa, Carlos Massa, o Ratinho. Um vídeo explicou os fundamentos e o que propõe o PLC 122/06. No vídeo o pastor Dilmo dos Santos, da AD do Brás, lembrou os perigos da aprovação. “ Esta lei favorece alguns em detrimento de outros”, criticou. O representante da ONG Corsa, que defende a comunidade LGBT, Lula Ramires, esclareceu que o projeto equipara preconceito ao racismo. “ Ninguém é homossexual para afrontar Deus”, apontou.

Após o vídeo, em que a população se mostrava dividida, Ratinho deu a palavra a Iara Bernardes. Num primeiro momento ela apresentou números e mostrou como o Brasil é um país homofóbico. “O PLC 122/06 foi uma necessidade na defesa dos direitos dos homossexuais”, declarou.

Silas Malafaia deu o tom do debate e citou que, antes mesmo da lei ser aprovada e votada nas comissões do Senado em toque de caixa, comunidades gays tentaram tirar seu programa da Band no ar. “Esta lei criminaliza a opinião. Ela tem aberrações, é uma vergonha. A lei deveria se chamar Lei do Privilégio”, alfinetou.

Questionado por Ratinho se homossexualismo é genético, Malafaia disse que só há dois genes humanos: macho e fêmea. “Ninguém nasce homossexual. Homossexualismo é comportamental. È um retrocesso, uma mordaça.” Iara Bernandes logo confirmou: “Temos que colocar uma mordaça em quem ofende e agride os homossexuais”, finalizou.

Portal Creio

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Testemunho – Mulher expulsa ladrão de sua loja “em nome de Jesus”. - Veja o vídeo

Por Renato Cavallera em domingo, 21 fevereiro 2010

Um assaltante desistiu de roubar uma loja em Frisco, no estado americano do Texas, depois que a caixa o mandou sair do estabelecimento “em nome de Jesus”.

De acordo informações da emissora de TV KDFW Fox 4, depois que o bandido pediu dinheiro, Marian Chadwick o encarou e disse “Em nome de Jesus, saia da minha loja. Eu ligo você com o poder do Espírito Santo”. O ladrão, que estava armado e mascarado, recuou devagarinho até sair correndo do local sem levar nada.

A cena foi registrada pelas câmeras de segurança da loja.

Vídeo Mulher expulsando em nome de Jesus um ladrão que tentava roubar sua loja


Via: GNotícias

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Evangélicos na TV contra Gilberto Kassab por causa do fechamento da sede da Igreja Mundial do Poder de Deus

Os evangélicos decidiram se mobilizar na TV contra o prefeito Gilberto Kassab (DEM) por causa do fechamento da sede da Igreja Mundial do Poder de Deus, liderada por Valdemiro Santiago.

A sede da igreja, chamada de Grande Templo dos Milagres, funcionava no galpão de uma antiga fábrica na Rua Carneiro Leão, no Brás, com 43 mil metros quadrados. Foi fechada cerca de 10 dias atrás, segundo a prefeitura por falta de alvará, documentação e excesso de barulho. A prefeitura diz que o local não oferece condições de segurança aos fiéis.

Para Santiago auto-intitulado apóstolo, trata-se de perseguição religiosa.

Os evangélicos prometem uma grande marcha até a prefeitura, a ser realizada nos próximos dias. Até líderes de outras igrejas saíram em defesa da Igreja Mundial. O pastor Silas Malafaia, por exemplo, desafiou a prefeitura a ter o mesmo rigor e usar a lei do silêncio com as escolas de samba (veja o vídeo abaixo).

Malafaia instou Santiago a levar “100 mil fiéis” para protestar contra a decisão de Kassab.

Em evento neste domingo, no Canindé, Valdemiro Santiago atacou duramente a gestão Kassab, sem citar seu nome, a quem acusou de perseguição religiosa e de não isonomia de tratamento com outras linhas religiosas.

Os fiscais da suprefeitura da Mooca listaram 45 itens que devem ser alterados na sede da igreja, sem os quais não haverá liberação do alvará.

A Igreja Mundial, de inspiração neopentecostal, nasceu 11 anos atrás de uma dissidência da Igreja Universal do Reino de Deus. A Mundial é hoje um dos maiores fenômenos religiosos em expansão no país. No ano passado, arrendou o canal 21, da Band, além de rádios e outras retransmissoras em todo o país.

Diferentemente da Universal, a Igreja Mundial rejeita a chamada teoria da prosperidade, em que o fiel é estimulado a fazer doações à igreja para obter favores de Deus. A Mundial acredita que tudo –dinheiro, cura, felicidade– é dado a partir da fé do próprio fiel, a quem Deus nada pede em troca.

Assista o vídeo do Pr. Silas Malafaia sobre o fechamanto da Igreja Mundial:


(Por Ricardo Feltrin, da Folha)