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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Brasil assume presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Brasília – O Brasil assume hoje (1º) a presidência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). O mandato é de um mês. O comando é rotativo para que todos os 15 integrantes do órgão assumam a função.

Um dos principais pleitos do governo brasileiro, há alguns anos, é ter direito de forma permanente a um assento no conselho. Para que isso ocorra, o país defende a reforma da atual estrutura. O Brasil ocupa uma das vagas rotativas.

A representante do Brasil na ONU é a embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti. Para o governo brasileiro, em fevereiro será preciso observar com atenção os episódios de tensão em várias partes do mundo – do Kosovo ao Congo, na Guiné-Bissau, assim como no Egito. Amanhã (2), a embaixadora deve conceder uma entrevista coletiva para detalhar as prioridades do comando brasileiro.

No próximo dia 11, a presidência do Brasil no Conselho de Segurança vai promover um debate sobre as questões de paz, segurança e desenvolvimento. A previsão é que o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, participe das discussões.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas foi criado em 1945, após a 2ª Guerra Mundial. Pela estrutura do órgão, cinco países ocupam assentos permanentes e dez assumem as cadeiras de forma rotativa - por dois anos.

Há uma série de propostas em discussão. Uma delas sugere que, entre os integrantes permanentes, sejam incluídos mais dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África.

Pela atual estrutura ocupam vagas permanentes no conselho os Estados Unidos, a Rússia, China, França e Inglaterra. São integrantes provisórios o Brasil, a Turquia, Bósnia Herzegovina, o Gabão, a Nigéria, Áustria, o Japão, México, Líbano e Uganda.

Os conflitos e crises políticas são analisados pelo conselho, que define sobre o envio e a permanência de militares das missões de paz. É o Conselho de Segurança das Nações Unidas que autoriza a intervenção militar em um dos 192 países-membros da organização e também que estabelece sanções – como ocorreu ao Irã, em junho de 2010.

No ano passado, apenas o Brasil e a Turquia, que são membros não permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, votaram contra as sanções ao Irã. O Líbano se absteve da votação. No entanto, os outros 12 países foram favoráveis às restrições. No entendimento de parte da comunidade internacional, o programa nuclear do Irã é suspeito de produção secreta de armas atômicas. Os iranianos negam.

Edição: Graça Adjuto
Renata Giraldi - Repórter da Agência Brasil

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Chuva continua no Norte do Brasil

Brasília - O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê, para esta segunda-feira (12), chuva mais intensa ocorre na faixa norte do País, que vai desde Pernambuco até o Amazonas. Em algumas regiões dessa área pode ocorrer chuva acumulada, que chega a volumes diários de mais de 70 mm.

No litoral de Alagoas, Sergipe, Bahia e Espírito Santo, a previsão é de chuva em pontos isolados. Nas demais áreas do País, o sol aparece com poucas nuvens. A temperatura pode sofrer ligeira elevação, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde a máxima chega a 33ºC e a mínima 12ºC. (Sophia Gebrim, com informações do Inmet)

Assessoria de Imprensa Ministério da Agricultura

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Livro aborda papel de religiões evangélicas nas prisões

A Editora Humanitas, ligada à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, divulga o livro A igreja como refúgio e a Bíblia como Esconderijo: religião e violência na prisão, de Camila Caldeira Nunes Dias.

A partir do referencial teórico do interacionismo simbólico, a autora procura compreender o lugar, o papel e a posição dos presos evangélicos dentro da prisão e também como são estabelecidas as relações entre presos religiosos e a massa carcerária.

A Igreja como Refúgio e a Bíblia como Esconderijo: religião e violência na prisão tem 296 páginas, custa R$ 33 e encontra-se à venda no site da editora e na Livraria Humanitas-Discurso (Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo).

Mais informações: (11) 3091.3728-3796, www.editorahumanitas.com.br

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Catástrofe: Ciclone faz 180 cidades decretarem emergência no RS

Mais de 6.000 saíram de suas casas por causa dos estragos causados pelo vento e pelas chuvas
Do R7

O ciclone extratropical que atingiu o Rio Grande do Sul no último sábado (12) deixou 180 cidades em situação de emergência, segundo informou o último boletim da Defesa Civil Estadual. Mais de 6.000 pessoas tiveram que sair de suas casas, em razão das dos estragos causados pelos fortes ventos e pela água.

Desde o dia 10 de novembro, quando teve início mais um período de chuvas fortes no Rio Grande do Sul, cerca de 345 casas ficaram destruídas e outras 15.580 ficaram danificadas. Até agora, oito pessoas morreram por causa dos temporais no Estado.

Em Porto Alegre, o ciclone trouxe rajadas de até 100 quilômetros por hora e provocou a queda de árvores, destelhamentos e deixou mais de 37 mil pessoas sem abastecimento de energia. A área mais atingida pelo vendaval foi a zona sul da capital, onde moradores tiveram também dificuldades de entrar em contato com o telefone de serviço da CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica) que, segundo a assessoria de comunicação da empresa, passou a tarde com as linhas congestionadas devido ao grande número de gaúchos sem luz.

Já na orla de Guaíba, no bairro Ipanema, ondas de até meio metro de altura cobriram a faixa de praia, o calçadão e a pista da avenida Guaíba, que ficou interditada. A água chegou a invadir alguns pátios de casas. A fúria das águas atraiu moradores para o local, que tiravam fotos e olhavam incrédulos o fenômeno.

Fonte: R7

Alerta: “Pulseira do sexo” gera polêmica entre pais e educadores em SP

Um e-mail com reportagem do tabloide britânico “The Sun” circula na internet alertando os pais de crianças e adolescentes para um jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido: o Snap. A “brincadeira” funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira.

As pulseiras já são moda por aqui. Baratas e fáceis de serem encontradas – um conjunto de 20 delas sai por, no máximo, R$ 2 –, elas não têm relação alguma com o jogo britânico, segundo usuários. “Pode acontecer isso fora daqui, mas no Brasil usamos só porque é legal”, disse a estudante Camila Perrenchelle, de 20 anos.

De fato, não há evidências de que algo semelhante tenha ocorrido nas escolas paulistas, segundo a Secretaria Estadual da Educação. Mesmo assim, educadores de instituições adiantaram-se à chegada da moda e começaram a tomar providências.

É o caso do colégio particular Marista Arquidiocesano de São Paulo. No fim do mês passado, a direção enviou comunicado aos pais dos alunos intitulado “Entretenimento? Consumo? Manipulação? Exploração de crianças e adolescentes?”. “Pedimos que, com discernimento e serenidade, [...] conversem sobre o melhor posicionamento para seus filhos e filhas”, informa o texto.

Em entrevista ao G1, o diretor educacional do colégio, o professor Ascânio João Sedrez, afirmou que a discussão foi parar também na sala de aula e teve um lado positivo. “Foi interessante. Surgiram pautas muito boas entre alunos e professores e também foi uma boa desculpa para que os pais começassem uma conversa necessária.”

Mãe de duas meninas, Patrícia Paz, de 39 anos, aconselhou a caçula de 10 anos e a adolescente de 13 a deixarem de usar as pulseirinhas na escola onde estudam, no Centro de São Paulo. “Elas usam desde pequenas, mas por precaução vão deixá-las de lado até essa moda passar”, afirmou.

As meninas questionaram a mãe, mas, após uma conversa franca, concordaram em colocar os adereços somente fora do ambiente escolar.

Vendas

Quem não gostou dos alertas sobre o jogo Snap foram os ambulantes que vendem os adornos nas proximidades das escolas. O G1 visitou cinco barracas e em todas a situação é a mesma: desde que começou a circular o e-mail com a reportagem do “The Sun”, as vendas tiveram uma acentuada queda.

“Antes eu vendia de 150 a 200 conjuntos de pulseiras por dia, mas agora não vendo mais do que 20”, disse o ambulante José da Silva Fontes, de 36 anos, que trabalha perto de uma escola na Vila Mariana, Zona Sul da capital paulista.

O vendedor Jean Souza Santos, de 40 anos, também sentiu a diminuição na procura pelo adereço. “Há uns quatro meses, vinham mães com seus filhos comprar. Agora nem as crianças compram mais.”

Moda passageira

Para o educador Sedrez, o jogo Snap, se chegar ao Brasil, será rápido “como fogo de palha”. “A sensação é que há maleabilidade, franqueza aqui. O gingado que o brasileiro tem na questão dos relacionamentos é muito mais solto em comparação aos britânicos.”

Para ele, o jogo pode ser aceito em uma cultura rígida, mas não ganha força em um país em que a sexualidade é tratada com mais naturalidade. “O jogo não se enquadra na nossa cultura. É estranho ao nosso país”, concluiu.

Fonte: G1

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Censo Escolar 2009 aponta aumento de matrículas no Ensino Médio em zona rural

No Brasil existem hoje 52.580.452 estudantes na Educação Básica e um total de 197.468 escolas. Estas informações foram apresentadas no resultado do Censo Escolar da Educação Básica que, anualmente, coleta dados de todas as escolas do País e traça um retrato fiel da realidade educacional brasileira. Educação Básica compreende a Educação Infantil (creche e pré-escola), o Ensino Fundamental (1º a 9º ano ou 1ª a 8ª série), o Ensino Médio, a Educação Profissional, a Educação Especial e a Educação de Jovens e Adultos (nas etapas Ensino Fundamental e Ensino Médio).

O Censo Escolar da Educação Básica mudou em 2007, quando foi implantado um novo sistema de coleta de dados: o Educacenso. Com ele a informação foi individualizada – já que as escolas precisam preencher um cadastro para cada aluno, professor, turma e também um formulário geral para a escola. O grau de detalhamento permite a elaboração de políticas eficientes de médio e longo prazo com o objetivo de otimizar o sistema educacional. Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia responsável pelas estatísticas educacionais, se referem ao número de matrículas e infra-estrutura, e estão detalhados por unidade da federação, categoria administrativa, localização geográfica e etapa de ensino. Na Educação Infantil houve ligeiro aumento, de 0,6% - devido ao crescimento no número de matrículas educacionais em creches, que foi de 8,3%. Já a pré-escola apresentou queda de dois pontos percentuais, resultado do aumento das escolas que aderiram à Educação Fundamental de nove anos. Esta etapa, por sua vez, apresentou os mesmos índices percentuais de redução de matrículas com relação a 2008: 1,2%, índice que cai para 0,3% no que se refere ao Ensino Médio. Em termos de matrícula global, com relação ao ano passado, percebe-se uma ligeira queda de 1,2% com relação ao censo anterior. A grande alta apresentada se refere à Educação Profissional, que foi de 8,3% em um ano.

Do total de matriculados, 86,1 % estão em escolas públicas e 13,9% estudam em escolas da rede privada. As redes municipais são responsáveis por 46,2% de matrículas. No que se refere à localidade geográfica, as matrículas na zona rural aumentaram nos segmentos creche (5,7%), ensino médio regular (9,4%) e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (7,3%). Consulte o relatório na íntegra pelo endereço www.inep.gov.br.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República